zarbon-034x.jpg Olá (:

Gostaria de Inaugurar meu blog de uma maneira diferente e inesperada, até para mim. Com uma poesia(abaixo), escrita por mim, o problema é que; nunca escrevo poesias Ô_o mas surtei e tentei fazer essa.

Não Faz 15minutos que acabei ela, acho que é a minha primeira(de verdade =P, sem valer as de colégio) acho que há tempo para tudo na vida né? então minha vida de poeta começa hoje (: tentem não me julgar, sou apenas um mero aprendiz da vida, n consultei ninguém e nem leio muito, portanto se tiver correções a se fazer, podem apontá-las para mim. Agradeço sua visita e colaboração, e não se acanhem de deixar qualquer comentário, crítica e/ou sugestão, que com certeza serão construtivas(os), e curtam a poesia, abraços!

Doce Aurora

Quando vejo o enfermo que vos aflige
Tento eu desabrochar poucas flores
Para assim contentar um pouco mais
Aquele qual não merece as tais dores

Acolhido por família nobre e soberana
Como te foste deixar ser levado pela gana
Vindo de um caminho tão longo e tão bonito
Por que então mereceste tais castigos

Não aceitando nem críticas nem sugestões
Veio a ela atirando-a aos leões
Que culpa tens de ter posto ele no mundo
Acostumai com esse lugar vagabundo

Que culpa tenho por tentar lhe ajudar
A sua culpa é que vai lhe atormentar
Não foi Aurora a culpada dessa gafe
O desleixado é que não usou o disfarce

Tomado por ódio e ressentimentos
Como vás continuar sem sentimentos
Á alguns dias flamejante de ternura
Não se vê hoje nem um pingo de doçura

Olhar amargo sem desejos abundantes
Queria ele só voltar alguns instantes
Vida longa breve vida passageira
Não se deve descuidar por tais besteiras

Olha o filho que criaste com amor
Agora Aurora vai sentir a tua dor
Cuidará do filho teu com tanto amor
O qual não se livrará da tua dor

Ficará com este castigo para sempre
Até que o fim chegue de repente
Que destino é esse meu senhor
Será que merecemos tanta dor?

Acabe logo assim com esse castigo
Deveria ser teu mundo tão bonito
Apenas esperaremos chegar
A qual um dia todos vão levar

Desfazendo assim com aquele astral

O que nunca o teremos mais igual

Não nos deixei cair em tentação

Mas livrai-nos do mal

 

Paz